9 de maio de 2014

Nomeando produtos sem estragar as vendas de versões anteriores

Geralmente quando um novo produto é lançado ele é superior a versão anterior, mesmo quando isso não é verdade este conceito está na mente das pessoas. No mercado de informática e tecnologia em geral existe um grande problema que peças de computador ficam rapidamente defasadas, logo pode ser complicado vender um processador de uma linha passada.

Vamos citar um exemplo, foi lançado um Pentium 4, computadores com processador Pentium 3 não estariam defasados? Foi lançado o Galaxy S5 e o Galaxy S4 (tudo bem que na minha opinião um S2 com uma rom alternativa já estaria ótimo)?

Logo talvez nomear produtos de uma maneira sequencial não seja um bom jeito de desovar estoques. Como resolver isso? A Intel fez de maneira magnifica isso com suas linhas de processadores Intel Core i3, i5 e i7. É óbvio um i7 é sempre superior a um i3, isso não é verdade? Não.

Existem 4 gerações de processadores Core nomeadas da mesma maneira, cada geração sendo mais eficiente que a anterior, ou seja, gastando menos energia para fazer a mesma coisa. O modelo destes processadores são dados por 4 dígitos, sendo que o primeiro é a geração do processador. Por exemplo, Core i7 4770, é um i7 de 4ª geração.

A maioria das pessoas simplesmente não se importa com a geração, apenas que seja um i5 ou i7, sendo que muitas vezes mais valeria a pena pegar um i3 da geração atual do que um i7 de duas gerações atrás (devido as grandes evoluções que a GPU sofreu entre essas gerações).

A AMD passou a usar a mesma estratégia com suas GPUs, nomeando-as de R5, R7 e R9, assim a geração, com o passar do tempo, perderá a importância. Para a empresa isso é uma boa estratégia, pois permite fazer uma transição suave para novas linhas, enquanto que para o grande público isso simplesmente não importa muito e para quem importa entende o bastante e pode comprar as linhas novas.

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