22 de setembro de 2012

Nossa previsão de futuro é limitada pela atual situação/tecnologia

Banheiro do século XXI segundo previsão do final do século XIX

Quem assistiu De Volta para o Futuro II e não se encantou com o ano de 2015? Carros e skates voadores, na década de 80 ainda vivíamos a corrida espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética, tinhamos grandes esperanças de melhoras em tecnologia do tipo. O tempo passou, hoje, nossa previsão, mudou, não esperamos com tanto entusiasmo carros voadores, mas sim, talvez, computadores mais rápido, estarmos sempre conectados a internet, vídeogames mais realistas, localização em qualquer parte do mundo por GPS, simulações por computador da realidade.

Esse último fato, por exemplo, como ilustrado no conhecidíssimo Matrix, dos irmãos Wachowski: Num mundo arruinado pelos humanos, os corpos das pessoas são armazenados e conectados em computadores, as pessoas na realidade vivem numa simulação do mundo, como conhecemos hoje em dia, fora dele, além dos corpos, ocorre uma guerra entre as máquinas e pessoas que foram desconectadas desse sistema. Outro filme, nem tão conhecido, é 13º Andar, onde pessoas do nosso mundo criam uma simulação de cidade. Mesmo falas de cientistas citam essa possibilidade.

Outro fato atualmente em pauta, é a crise ambiental, filmes sobre ela são comuns, como o antigo Waterworld de 1995, que mostra um mundo sem as geleiras, onde os continentes não existem mais, só água salgada. Na década de 70, eram comuns filmes pós-apocalípticos, como Mad Max, que mostrava uma sociedade decadente, nosso possível futuro depois do choque do petróleo de 1973.

Bem, como pode ser visto, nossa produção cultural e nossa imaginação está limitada pelo mundo atual. No final do século 19 foram feitos cartões de como o mundo seria no ano 2000, é uma visão no mínimo interessante, que vale a pena ser vista.

2 comentários:

RobsonB disse...

Muito sensato... mesclam o sonho do futuro com formas possíveis na época... ou escondem o modo de fazer, encapsulam e creem que no futuro seja possível (como o motor do Nautilus, de Júlio Verne) com uma tecnologia ainda desconhecida.

O que difere um de outro é o pensamento na usabilidade. Nos cartões, por exemplo, é assustador o trabalho extra só para mover um trator pelo campo, remotamente... tudo tinha botões demais e o que eu percebo é que no futuro, mesmo, a tendência é tudo ir sumindo, até chegar a um ponto "Matrix", onde tudo está ali, mas tão automatizado que nem é visto ou percebido.

Assisti 13º andar, eram 2 níveis de realidade virtual, um dentro do outro...

RicardoZ disse...

É bem assim mesmo, impossível sabe o verdadeiro futuro... Não me vejo usando um computador ao estilo Minority Report...

Que spoiler master do filme!!!!!!!!!!!!!!!!!